• Futebol 05.02.2010 5 Comentários

    ca-ju

    Ontem fui prestigiar o clássico Ca-Ju em Caxias do Sul. Um jogo truncado como todo clássico local. Sobraram jogadas ríspidas e cartões apresentados pelo árbitro Leandro Vuaden. Este, aliás, está muito espalhafatoso, faz um teatro para dar cartão, etc. Mas por outro lado tem a qualidade de deixar o jogo correr.
    Dentro de campo vi um Caxias mais preparado, com Marcelo Costa comandando as jogadas e o atacante Everton ex-Grêmio e Cristian Borja brigando no ataque. Já no Ju quem comandava as jogadas era o velho Lauro, um pouco lento, mas com a qualidade de sempre para pifar os companheiros Marcos Dener, de atuação apagada e Amoroso, o autor do gol alviverde. O gol Grená foi feito por Everton, após uma rebatida do goleiro Sílvio Luiz, ex-São Caetano. É um baita goleiro, mas bateu roupa, divide a culpa com os jogadores de marcação que deixaram Itaqui chutar livre a gol.
    Gostei do zagueiro Jorge Fellipe. Um jovem zagueiro com tamanho, imponência e bom cabeceio. Outro que entrou bem no jogo foi Ivo do Juventude, botou fogo no jogo, um dos melhores em campo, mesmo havendo jogado pouco tempo.

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    “Eu sei que o jogo foi na quarta, mas só hoje pude escrever as considerações. O Inter com os reservas fez a sua parte. Ganhou do Novo Hamburgo e manteve-se na liderança do seu grupo, que diga-se de passagem tem demonstrado que no segundo turno a parada do colorado será mais difícil, visto que 5 ou 6 clubes estão muito próximos na tabela, e com pontuações expressivas em relação ao outro grupo.

    O jogo em si não foi bom. Na primeira etapa o Inter se impôs diante de um adversário mais fraco tecnicamente. O primeiro gol demonstrou a precisão de Damião, artilheiro colorado na competição. No segundo gol duas coisas devem ser ressaltadas: o bom cabeceio de Sorondo, que deve naturalmente assumir a titularidade, e a jogada ensaiada de bola parada.
    Percebam que Andrezinho faz um gesto indicando qual será a jogada, e ela se concretiza.

    No decorrer da partida, ela se repete. Dependendo do gesto, a jogada era repetida e bem realizada, mostras do trabalho de Fossati nos treinos fechados. Assim vale a pena fechar os portões!

    Depois, o estreante Thiago Humberto fez seu gol quando o Inter já tinha 1 jogador a mais.
    Boa estréia de Thiago Humberto e do “espetacular” Wilson Mathias, que não é digno desse adjetivo, mas o “bom” Wilson Mathias demonstrou que pode ser sim titular da vermelha.

    A decepção da noite ficou por conta do atacante Edu, lento, escondido do jogo, fraco tecnicamente. Vai acabar sendo “bancário” e esquecido no plantel, além disso, bloqueia a subida de jovens promessas.