
O imperador voltou! E voltou marcando gol, fez o gol da vitória do Flamengo diante do Atlético PR, no Maracanã. E mais que isso, Adriano surpreendeu a todos e atuou os 90 minutos.

O imperador voltou! E voltou marcando gol, fez o gol da vitória do Flamengo diante do Atlético PR, no Maracanã. E mais que isso, Adriano surpreendeu a todos e atuou os 90 minutos.

O Inter jogou o suficiente para vencer o Avaí, por 2 a 1, neste domingo, no Beira-Rio, pela 4ª rodada do Brasileirão. Com mais esta vitória são quatro jogos e quatro vitórias (100% de aproveitamento).
O técnico Tite e a comissão técnica do Colorado optaram por escalar um time de reservas, apenas Lauro e Kleber foram os titulares. Alecsandro, o reserva de luxo sempre deixa a sua marca, é o substituto de Nilmar para os próximos jogos.
O time do Avaí me surpreendeu pela baixa produção em campo, raramente chegou ao gol de Lauro e abusou em errar passes. Acredito que se trate de um dos fortes candidatos ao rebaixamento. O gol do time catarinense nasceu de um pênalti inexistente.
Lauro: Trabalhou pouco, sempre seguro
Danilo Silva: Rápido e forte, deveria ser titular
Danny Morais: Jogou bem, é um jogador pronto
Sorondo: Baita notícia, jogou muito e não sentiu nenhuma lesão
Kleber: Foi o Kleber da Seleção. Mostrou vontade e qualidade
Maycon: Jogador mediano, além de tudo azarado, foi expulso injustamente
Glaydson: É o primeiro substituto dos volantes titulares, muita disposição
Andrezinho: Fez o “feijão com arroz”, nada além do normal
Giuliano: Foi razoável, aína não mostrou tudo o que sabe
Talles Cunha: Fez o gol, mais nada
Alecsandro: Matador, sempre deixa sua marca, fez o 2º do Inter
Sandro (Talles Cunha): Entrou para reforçar a defesa
Leandrão (Alecsandro): Não teve tempo para nada
Marcelo Cordeiro (Andrezinho): Não teve tempo para nada
A turma se reuniu em Torres no final de semana passada. E o grande amigo Duda Tabajara aproveitou pra mandar as fotos dos “rangos” que rolaram por la.


Camarão no palito

Legumes na chapa

Isis Valverde - Essa gata estilo Pitél pode ser vista todos os dias na Globo, aprecie com moderação!
Me mandaram esta ficção envolvendo o Guiñazu e achei fantástico, só não sei quem é o autor. Se souberem me enviem o nome do cidadão, confiram.
Voy a te mastigar en la cancha!
Já contei como Guiñazu se concentra para as partidas do Inter?
O processo ocorre em um porão do Beira Rio. Todas as segundas-feiras, El Cholo é levado para uma sala escura que fica embaixo do almoxarifado do estádio. A única luz é de uma lâmpada febril que agoniza num canto, pendurada num par de fios que saem do teto. O ar é úmido como o de um frigorífico e nas paredes há rachaduras das quais verte uma água turva. Pois no meio dessa sala fétida há uma jaula. Uma jaula de canil, suficiente para prender um rottweiler. É lá que começa a concentração de Guiñazu.
O ídolo colorado chega à sala numa maca, ainda desacordado, recuperando-se da correria da última partida. É trancado dentro da jaula com as pernas comprimidas contra o peito, a cabeça mal apoiada nas grades. Poucos minutos depois, ele desperta. Ao seu redor, o cenário é digno de um filme de terror: dois sujeitos encapuzados, ambos vestindo a camiseta do próximo adversário do Inter, caminham em torno da jaula carregando instrumentos ameaçadores. Sem perder tempo, um deles dá uma marretada nas grades. Guiñazu sente o impacto do golpe nas pernas e nos braços. O outro sujeito se aproxima e joga água gelada no volante colorado, que retesa os músculos num susto - antes de sentir mais uma marretada.
Assim prossegue a sessão de maus tratos, sem tréguas, dias a fio.
Pouco antes de começar a partida, Guiñazu já está babando de raiva. Ignora as marretadas e apenas rosna quando sente a água gelada se esparramando em suas costas. Até que a porta da sala se abre: é a comissão técnica - toda ela, do técnico Tite ao roupeiro Gentil Passos. O médico Luciano Ramires é o primeiro a se aproximar. Ele observa Guiñazu de longe, tentando monitorar seu estado de saúde. Faz-lhe uma única pergunta:
- Quer algum remédio para a dor ou algo assim?
El Cholo responde:
- No, no.
Ramires então sorri. Está tudo dentro da normalidade.
O grupo ergue a jaula e começa a transportá-la até o vestiário. Na saída, Guiñazu aproveita um momento de distração e cospe nos encapuzados. E então berra, com olhos famintos:
- Voy a te mastigar en la cancha!
Ao chegar no vestiário, El Cholo permanece preso. Ninguém ousa chegar perto. Gentil Passos alcança-lhe o fardamento à distância. Camiseta, calção, meias, caneleiras… Uma a uma, as peças chegam até a jaula penduradas num cabo de vassoura. Guiñazu se contorce, arranha joelhos e braços, mas consegue vestir o uniforme colorado.
Já na sala da preleção, os jogadores do Inter batem bola em torno da jaula. Alguns deles se aproximam e tentam puxar conversa com Guiñazu, sempre muito amáveis. Magrão, por exemplo, comenta que sentiu falta do amigo durante os treinos. Clemer faz algumas brincadeiras e arrisca a se recostar nas grades, como se fosse um velho parceiro de jaula. Edinho diz que está ansioso para ver Guiñazu rasgando a bola. “E os adversários também!”, brinca ele, sorrindo. Por entre as grades, é possível perceber que o argentino também ri.
Eis que chega o motivador Evandro Motta. Só ele tem a chave da jaula. Pudera: ele é o único profissional capaz de determinar o exato momento em que Guiñazu pode ser solto com segurança. Geralmente, esse momento ocorre um minuto antes de o Inter entrar em campo. É quando os jogadores já estão enfileirados no túnel, esperando o sinal para subir as escadas e entrar no gramado. A jaula de Guiñazu permanece no fundo do corredor, no final da fila. Evandro Motta caminha até lá, agacha-se ao lado do jogador e sussurra-lhe algo mais ou menos assim:
- Guina, lá dentro do campo tem 11 pessoas iguaizinhas àquelas que passaram a semana inteira te fazendo mal. Até vestem a mesma camiseta!
Guiñazu rosna, a jaula treme.
- Em compensação, tem outras 50 mil nas arquibancadas que te amam, te idolatram e te têm como um exemplo de vida. Essas 50 mil pessoas te querem tão bem quanto os teus companheiros de time…
Guiñazu arregala os olhos, excitado.
- Tu sabe o que precisa fazer, né?
- Si, si…
Então Guiñazu é solto.

O Colorado foi surpreendido por um contra-ataque rápido do Coritiba e tomou o gol em casa, tudo o que não queria, já que na Copa do Brasil, o gol fora, como critério de desempate, vale por 2. Porém, com a velocidade e inteligência do menino Taison, virou o jogo para 3 a 1, com gols do próprio Taison, Alecsandro e Andrezinho.
A baixa do jogo foi a lesão de Nilmar, que pode vir a ser boa para o Colorado, caso ele seja vetado da Seleção Brasileira.
Na quarta-feira que vem tem o jogo de volta no Couto Pereira e o Inter joga por um empate ou derrota simples. O Coritiba também está no ano de seu centenário e não vai querer vender barata essa classificação para a final da Copa do Brasil.
Lauro: seguro, não teve culpa no gol
Bolívar: o pior do Inter, erra muito, as jogadas morrem nele
Índio: o mesmo de sempre, joga muito
Álvaro: grande fase, dificilmente erra
Kleber: jogou bem, mas segue um pouco dispersivo
Sandro: muita qualidade e marcação forte
Magrão: brigou, correu, boa atuação
Andrezinho: quebrou bem o galho, atuação mediana
D’Alessandro: reclamou mais do que jogou, mas quando jogou mostrou porque é ídolo
Taison: o melhor da partida, correu, brigou, driblou e marcou gol
Nilmar: não pode mostrar o que sabe, saiu lesionado no início da partida
Galydson (D’Ale): entrou para combater no meio
Alecsandro (Nilmar): mostrou o faro de gol e guardou o seu
Marcelo Cordeiro (Kleber): muito veloz, mas teve pouco tempo para jogar

Essa sãoborjense é a modelo Fabiana Tambosi, uma das tantas beldades da terra dos presidentes

Nesta quarta-feira, comemora-se o “Dia Nacional da Mata Atlântica”. Em 1500, compreendia uma extensa área que cobria todo o litoral do Brasil. Com o desenvolvimento e a expansão das cidades litorâneas nos séculos seguintes, grande parte da mata foi reduzida.
Atualmente, os estados do Sul são os que abrigam a maior parte desse ecossistema rico em diversidade de fauna e flora e que é de extrema importância para o equilíbrio ambiental.
As obras de duplicação da BR-101 Sul, que vem sendo feitas entre Osório/RS e Palhoça/SC passam em meio à Mata Atlântica. Devido à preocupação com os cuidados do ambiente, o DNIT, por meio da Empresa de Supervisão e Gerenciamento Ambiental (ESGA), vem adotando um conjunto de medidas que fazem parte do Programa Básico Ambiental (PBA) da obra.
Entre os 23 programas sócio-ambientais executados e supervisionados pela Empresa de Supervisão e Gerenciamento Ambiental (ESGA - Consórcio Concremat/Tecnoloso/CNEC), estão diretamente relacionados à Mata Atlântica: Proteção à Fauna e a Flora; o Compensação para Unidades de Conservação; Paisagismo, Recuperação de Áreas Degradas, Recuperação de Passivos Ambientais, Educação Ambiental e Monitoramento Ambiental.
Você também pode ajudar a preservar a Mata Atlântica:
Plante árvores de espécies nativas;
Não jogue lixo ao longo da rodovia;
Evite desmatamentos e queimadas.




